12 de dezembro de 2025

AQUECIMENTO GLOBAL

Segundo o meteorologista Luiz Carlos Molion, o climatologista Ricardo Felício e muitos outros cientistas pelo mundo afora, O HOMEM NÃO INTERFERE NO CLIMA GLOBAL (somente no clima local). O aquecimento global antropogênico (causado pelo homem) é considerado uma “farsa” e não é real.
INFLUÊNCIAS NATURAIS DOMINANTES: O clima global é controlado principalmente por fatores naturais, como:
1) O Sol (variações em seus ciclos).
2) Os Oceanos (que cobrem 71% da superfície e são grandes reservatórios de calor), sendo o Oceano Pacífico um grande “comandante do clima global”.
3) Ciclos Naturais de Mudança: A Terra passa por ciclos naturais de aquecimento e resfriamento ao longo da história, e o que é observado atualmente faz parte dessa variabilidade natural.
O PAPEL DO CO₂: O Gás Carbônico CO2 não é um vilão, não controla o clima, e não é tóxico. É, na verdade, o “gás da vida”, sendo um produto/resposta do aquecimento e não a sua causa. Ele argumenta que períodos de resfriamento já ocorreram mesmo com o aumento das emissões de CO2 (ex: pós-Segunda Guerra Mundial até 1976).
RESFRIAMENTO GLOBAL: Luiz Carlos Molion sugere que o planeta pode estar entrando ou já entrou em um período de resfriamento global, e não aquecimento.
INTERESSES ECONÔMICOS: Argumenta que por trás do discurso do “aquecimento global” existem interesses econômicos e políticos dos países desenvolvidos.
A AMAZÔNIA E O CLIMA GLOBAL: Em outras apresentações, Molion argumenta que a Amazônia não interfere no clima do planeta em um ponto de vista global, mas sim em nível local.
AQUECIMENTO DO PLANETA: Segundo o climatologista Ricardo Felício o aquecimento do planeta não é causado pelo ser humano, mas sim por ciclos naturais e históricos de elevação e queda de temperatura da Terra, argumentando que a influência humana não tem a magnitude necessária para manipular o clima em escala global.
AÇÃO HUMANA: Felício argumenta que a ação humana é de uma magnitude muito pequena e absurda para manipular ou afetar o clima global do planeta, que é controlado por forças gigantescas (como o Sol, a atividade vulcânica, e ciclos naturais). Ele chega a afirmar que “o homem não tem condições de afetar o clima global”.
CRÍTICA À “TEMPERATURA MÉDIA GLOBAL”: Felício argumenta que a ideia de uma “temperatura média” do planeta é uma abstração sem representação física real. Calcular uma temperatura média para uma área tão vasta e geograficamente diversa quanto a superfície da Terra (510 milhões de km²) é uma abstração total e não tem significado prático ou científico. As temperaturas variam de extremos negativos a positivos, tornando a média, em sua visão, inútil.
VISÃO GEOPOLÍTICA: O climatologista costuma afirmar que o alarme sobre o aquecimento global é "100% geopolítica" e que a agenda climática (como o conceito de “desenvolvimento sustentável”) visa conter o desenvolvimento de países pobres, como o Brasil.
TEMPERATURAS ELEVADAS SÃO BENÉFICAS: Felício defende que historicamente, períodos com temperaturas mais elevadas coincidem com a abundância na natureza, e que o resfriamento do planeta (eras glaciais) é que traz o empobrecimento, como o aprisionamento de água nas geleiras.
NEGACIONISMO: É importante destacar que os posicionamentos de Luiz Carlos Molion, assim como o de Ricardo Felício, são considerados de maneira pejorativa, como “negacionistas”, como na ciência não pudesse haver questionamentos e refutações. A palavra negacionista é considerada depreciativa porque implica que a pessoa nega a realidade por razões ideológicas, motivações alheias à ciência ou teorias da conspiração, e não por ceticismo ou dúvida genuína, que são saudáveis no meio científico. 
É usada frequentemente para criticar ou insultar adversários políticos, rotulando-os como indivíduos que promovem discursos de ódio e rejeitam a ciência. Chamar alguém de “negacionista” serve muitas vezes para silenciar o oponente e estigmatizá-lo, sendo uma tática que pode superficializar o debate político.
Utilizar uma palavra de ataque, que outrora teve significado e que hoje em dia é apenas uma ofensa barata para descaracterizar qualquer opositor político, não só é desonestidade intelectual, como é incapacidade de debate de ideias.
JC COUTINHO

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