Segundo
o meteorologista Luiz Carlos Molion, o climatologista Ricardo Felício
e muitos outros cientistas pelo mundo afora, O HOMEM NÃO INTERFERE
NO CLIMA GLOBAL (somente no clima local). O aquecimento global
antropogênico (causado pelo homem) é considerado uma “farsa” e
não é real.
INFLUÊNCIAS
NATURAIS DOMINANTES: O clima global é controlado principalmente por
fatores naturais, como:
1)
O Sol (variações em seus ciclos).
2)
Os Oceanos (que cobrem 71% da superfície e são grandes
reservatórios de calor), sendo o Oceano Pacífico um grande
“comandante do clima global”.
3)
Ciclos Naturais de Mudança: A Terra passa por ciclos naturais de
aquecimento e resfriamento ao longo da história, e o que é
observado atualmente faz parte dessa variabilidade natural.
O
PAPEL DO CO₂: O Gás Carbônico CO2 não é um vilão, não
controla o clima, e não é tóxico. É, na verdade, o “gás da
vida”, sendo um produto/resposta do aquecimento e não a sua causa.
Ele argumenta que períodos de resfriamento já ocorreram mesmo com o
aumento das emissões de CO2 (ex: pós-Segunda Guerra Mundial até
1976).
RESFRIAMENTO
GLOBAL: Luiz Carlos Molion sugere que o planeta pode estar entrando
ou já entrou em um período de resfriamento global, e não
aquecimento.
INTERESSES
ECONÔMICOS: Argumenta que por trás do discurso do “aquecimento
global” existem interesses econômicos e políticos dos países
desenvolvidos.
A
AMAZÔNIA E O CLIMA GLOBAL: Em outras apresentações, Molion
argumenta que a Amazônia não interfere no clima do planeta em um
ponto de vista global, mas sim em nível local.
AQUECIMENTO
DO PLANETA: Segundo o climatologista Ricardo Felício o aquecimento
do planeta não é causado pelo ser humano, mas sim por ciclos
naturais e históricos de elevação e queda de temperatura da Terra,
argumentando que a influência humana não tem a magnitude necessária
para manipular o clima em escala global.
AÇÃO
HUMANA: Felício argumenta que a ação humana é de uma magnitude
muito pequena e absurda para manipular ou afetar o clima global do
planeta, que é controlado por forças gigantescas (como o Sol, a
atividade vulcânica, e ciclos naturais). Ele chega a afirmar que “o
homem não tem condições de afetar o clima global”.
CRÍTICA
À “TEMPERATURA MÉDIA GLOBAL”: Felício
argumenta que a ideia de uma “temperatura média” do planeta é
uma abstração sem representação física real. Calcular uma
temperatura média para uma área tão vasta e geograficamente
diversa quanto a superfície da Terra (510 milhões de km²) é uma
abstração total e não tem significado prático ou científico. As
temperaturas variam de extremos negativos a positivos, tornando a
média, em sua visão, inútil.
VISÃO
GEOPOLÍTICA: O climatologista costuma afirmar que o alarme sobre o
aquecimento global é "100% geopolítica" e que a agenda
climática (como o conceito de “desenvolvimento sustentável”)
visa conter o desenvolvimento de países pobres, como o Brasil.
TEMPERATURAS
ELEVADAS SÃO BENÉFICAS: Felício defende que historicamente,
períodos com temperaturas mais elevadas coincidem com a abundância
na natureza, e que o resfriamento do planeta (eras glaciais) é que
traz o empobrecimento, como o aprisionamento de água nas geleiras.
NEGACIONISMO:
É importante destacar que os posicionamentos de Luiz Carlos Molion,
assim como o de Ricardo Felício, são considerados de maneira
pejorativa, como “negacionistas”, como na ciência não pudesse
haver questionamentos e refutações. A palavra negacionista é
considerada depreciativa porque implica que a pessoa nega a realidade
por razões ideológicas, motivações alheias à ciência ou teorias
da conspiração, e não por ceticismo ou dúvida genuína, que são
saudáveis no meio científico.
É
usada frequentemente para criticar ou insultar adversários
políticos, rotulando-os como indivíduos que promovem discursos de
ódio e rejeitam a ciência. Chamar alguém de “negacionista”
serve muitas vezes para silenciar o oponente e estigmatizá-lo, sendo
uma tática que pode superficializar o debate político.
Utilizar
uma palavra de ataque, que outrora teve significado e que hoje em dia
é apenas uma ofensa barata para descaracterizar qualquer opositor
político, não só é desonestidade intelectual, como é
incapacidade de debate de ideias.
JC
COUTINHO
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